Como a Biomimética pode resolver os problemas globais?

Hoje vamos falar sobre Biomimética e como ela pode nos auxiliar a solucionar problemas complexos. Você já parou para pensar sobre como esta a saúde do planeta Terra? E já parou para entender que o universo é um grande ser vivo? O universo é inteligente e está vivo.

Logo, nós vivemos dentro de um ser vivo, o planeta Terra, e não dentro de uma máquina. O planeta Terra integra, conecta, e tem uma sincronicidade, mesmo quando caótica, de coordenar os seus sistemas e relações em todos os níveis de existências.

Compreendendo que o planeta é vivo e manifesta a sua inteireza através de soluções para problemas complexos testadas há bilhões de anos, podemos refletir então sobre quais são as nossas referências nesse mundo e de que forma pretendemos seguir existindo a longo prazo nesse planeta que é nosso, mas não somente nosso.

Vivemos um momento de transição, onde somos diariamente convidados a re-imaginar e reconstruir o mundo como o conhecemos. Quando pensamos nos principais problemas globais entendemos que o que viemos fazendo há 30, 60, 100 anos não nos ajudará a chegar nos próximos 20 anos (quem dirá nos próximos 5 anos – a mudança e a evolução são exponenciais).

Olhando para esses problemas globais como energia, meio ambiente, comida, saúde, segurança, água e (muitos) outros, vemos que esses problemas podem ser, na verdade, a solução.

Como assim? Você, provavelmente, já ouviu falar que a definição de insanidade é “fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”. Você já imaginou um benchmark de aproximadamente 3.8 bilhões de anos de experiência para encontrar soluções inovadoras?

Aprendendo a aprender com a Natureza

Temos a nossa disposição a fonte de todas as criações, a natureza, que, há bilhões de anos, aprendeu o que funciona e o que é apropriado aqui na Terra. A natureza ensina lições poderosas de como as coisas devem ser construídas e são feitas para durar. A solução para uma nova maneira de fazer, de resolver, de liderar e de aprender.

Convido vocês a aprenderem a aprender com a Natureza. Para isso, é necessário trocar lentes antigas para novas lentes. Lentes sustentáveis e mais adequadas ao espírito do nosso tempo.

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A natureza nos ensina lições poderosas (Crédito: Shutterstock)

Vivemos em um tempo de transição onde precisamos readequar e reavaliar nossas indústrias e serviços, no qual precisamos repensar a nossa liderança e o nosso impacto no mundo, onde somos constantemente convidados a metamorfosear quem somos e o que fazemos. Por onde começar?

Primeiramente perguntar: “O que a natureza faria aqui?”, seja lá o que estivermos tentando resolver. Isso se aplica a serviços, produtos, processos e sistemas. A abordagem da biomimética pode orientar líderes de organizações de todo o mundo a serem comprometidos com a meta de uma economia circular.

A Revista Fortune recentemente identificou a Biomimética como a tendência número 1 nos negócios em 2017 e a Revista Forbes citou a biomimética como uma das cinco tendências tecnológicas que podem levar uma empresa ao sucesso. Traduzida do inglês biomimicry, que, por sua vez, surge do grego bios, vida, e mimesis, imitação, biomimética significa, de forma literal, “imitar a vida”.

Através dessa imitação mais profunda e consciente da vida, surge a possibilidade de criar novas tecnologias inspiradas pela natureza, o que significa inovar em serviços, produtos, processos e sistemas.

Compreendendo a Biomimética

A Biomimética é, portanto, a ciência que ensina a utilizar a natureza como mentora, medida e modelo.

Para o desenvolvimento dos projetos, a biomimética possui uma metodologia, o Biomimicry Thinking, que, aliado a ferramentas como os Elementos Essenciais e os Princípios da Vida, permite inovar em projetos de inovação, tecnologia e gestão.

O termo foi cunhado por Janine Benyus, co-fundadora do Biomimicry 3.8, e também uma das minhas professoras e mentoras na Especialização em Biomimética no Biomimicry 3.8 (EUA), ao lançar o seu livro: “Biomimética: Inovação inspirada pela Natureza”. Há muito para se aprender com a natureza e não apenas a se extrair dela.

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A Biomimética é a ciência que ensina a utilizar a natureza como mentora, medida e modelo (Crédito: Shutterstock)

O objetivo da biomimética é o estudo das estruturas biológicas e das suas funções para, dessa forma, aprender com a natureza através das suas estratégias e soluções e utilizar esse conhecimento em diferentes domínios da ciência como: engenharia, biologia, design, administração, medicina, futurismo, tecnologia, e muitas outras.

Utilizando, portanto, a natureza como fonte de criação e inovação e permitindo a vida prosperar na Terra. Lembre-se que a natureza é abundante em recursos e inspirações. Mehmet Sarikaya afirma que:

Estamos no limiar de uma revolução de materiais equivalente à que houve na Idade do Ferro e na Revolução Industrial e a biomimética será o mais importante agente que modificará profundamente a forma de como nos relacionamos com a natureza e com nós mesmos. – Mehmet Sarikaya

Aplicando a Biomimética

Alguns exemplos utilizando a biomimética são: uma garrafa de água que absorve e armazena a umidade do ar e a transforma em água potável imitando o processo de captura e armazenamento de água do besouro da Namíbia, que habita o deserto da Namíbia e se utiliza desse mecanismo para sobreviver.

Agora, imagine se, em todos os locais onde há escassez desse recurso natural – a água – houvessem garrafas ou caixas d’água que funcionassem da mesma forma e, portanto, garantissem o abastecimento de água em todas essas comunidades.

No Japão, há o trem-bala inspirado no pássaro martim-pescador. O trem-bala pode alcançar velocidade de 300 km/h, mas o som emitido por ele extrapolava os padrões ambientais de poluição sonora. Parte do problema estava no design da parte frontal do trem.

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O trem-bala japonês foi inspirado no pássaro martim-pescador

Ademais, ao entrar nesses túneis, o veículo enfrentava uma mudança drástica na resistência do ar. Encontraram, então, um exemplo na natureza de um animal que passasse por condições semelhantes, o martim-pescador.

O pássaro precisa mergulhar para se alimentar, e troca rapidamente de um ambiente de baixa resistência (ar) para um com muita resistência (água), logo, possui a aerodinâmica perfeita para essa situação.

Então, remodelaram a parte frontal do trem-bala para um formato similar ao bico do martim-pescador, e os trens não passaram apenas a viajar de maneira mais silenciosa, mas também se tornaram 10% mais rápidos e 15% mais econômicos.

O design das pás de turbinas eólicas inspirado na geometria das barbatanas da baleia jubarte, da empresa Whale Power, produzem 32% menos atrito e 8% menos arrasto que as lâminas convencionais.

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O design das pás de turbinas eólicas da Whale Power foram inspiradas nas barbatanas da baleia jubarte

Outra empresa, é a Ecovative, uma indústria americana, que, inclusive, já tive a oportunidade de visitar e ver ao vivo o seu processo de produção.

A empresa tem como foco substituir materiais como o plástico e isopor e, para isso, produz embalagens e também diversos produtos como cadeiras e isolantes acústicos utilizando o micélio (raiz dos cogumelos) como matéria prima principal além de restos orgânicos das fazendas dos produtores locais.

A Ecovative é hoje líder mundial em biomateriais criando e ampliando produtos ecológicos. Os materiais são 100% biodegradáveis e tem custo e desempenho competitivo com os materiais convencionais. A Ecovative inclusive, fechou parceria com gigantes como Dell e Ikea.

Ou seja, você pode comprar um computador ou uma mesa, por exemplo, e estes virem embalados nesse material, após desembalar, você pode enterrá-lo e este será adubo na sua horta ou jardim; os mais corajosos podem arriscar, inclusive, comê-lo.

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A Ecovative usa o micélio (raiz dos cogumelos) como matéria prima principal de seus produtos (Crédito: Ecovative)

Pesquisadores conceituados como Stephen Wainwright afirmam que a biomimética em breve ultrapassará a biologia molecular e a substituirá “como a mais desafiadora e importante ciência biológica do Século XXI”.

O Século da Ecologia

Satish Kumar afirma que deixamos o Século da Economia para entrar no Século da Ecologia, e, ainda, nos traz a origem grega das duas palavras, economia e ecologia, que vêm da mesma raiz: ‘Oikos’, ‘logos’, ‘nomos’, três palavras gregas. “Oikos” significa casa, lar.

E, na sabedoria dos filósofos gregos, não apenas ‘casa’ é onde você está vivendo mas o planeta inteiro é a sua casa. O planeta inteiro é a nossa casa. Todas as espécies neste planeta são nossos parentes.

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Para Satish Kumar, deixamos o Século da Economia para entrar no Século da Ecologia (Crédito: Parabola)

O conhecimento deste planeta-casa é a ecologia. “Logos” significa conhecimento. Então, precisamos saber como todas as espécies neste planeta-casa se relacionam uma com as outras. Estamos todos relacionados e estamos todos conectados. Isso é ecologia.

Já a economia é “nomos” e significa administração. Ou seja, é como administramos todas as relações entre todas as espécies neste planeta-casa. Nesse momento, pensem comigo (e com o Satish) como podemos administrar algo que não conhecemos? Algo com o qual não nos relacionamos?

Somente conseguimos aprender com aquilo que nos relacionamos e admiramos. É preciso falar de ecologia para falar de economia. Essa é uma grande transição que já esta, pouco a pouco, ocorrendo no cenário atual e que traz grandes e importantes mudanças para as nossas indústrias e planeta.

Somos seres vivos em um planeta vivo e rodeados de outros seres vivos. Nós estamos inseridos nessa grande rede que conecta todos os ecossistemas do planeta, e entender a interdependência das relações é também nos permitir ser mais conscientes do nosso papel no planeta e permitir, portanto, criarmos culturas de empresas prósperas.

Por fim, deixo para vocês refletirem uma frase do Leonardo Da Vinci, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico – era tão transdisciplinar quanto a biomimética – e que diz assim:

Aqueles que são inspirados por outro modelo que não a natureza, a mestre acima de todos os mestres, estão trabalhando em vão. – Leonardo Da Vinci

E desafio vocês: seja lá no que vocês estiverem pensando, a natureza pensou nisso primeiro!

Giane Brocco é Fundadora & CEO da Amazu Biomimicry (Consultoria de Biomimética & Inovação-Consciente). Fundadora do Biomimicry Brasil (network representante do Biomimicry 3.8 (EUA) e do Biomimicry Institute (EUA), no Brasil). Co-fundadora da Asha – The Eco Based Company, onde traz o conceito aplicado de ecoluxury para o Brasil. Pioneira ao trazer a Biomimética para o Brasil, foi uma das 100 primeiras pessoas no mundo a se certificar Especialista em Biomimética. Combina a engenharia com a sua paixão pela natureza para promover inovação, criatividade e liderança a partir da Biomimética. Mestre em Engenharia de Produção e Sistemas, certificada Especialista em Biomimética pelo Biomimicry 3.8 (EUA), e Graduada em Engenharia de Produção-Mecânica. Além disso, estudou Liderança para a Transição na Schumacher College (Londres e Brasil) e Bio-Liderança no Amani Institute. Realiza workshops, cursos e palestras no Brasil e no mundo, em eventos como TEDx Mauá, TEDx PassoFundo, Path Festival, Biomimicry Summit, Globo News Prisma, Creative Mornings (Chapters: SP, POA e RJ), Friends Of Tomorrow, entre outros. Atua, também, como professora convidada em cursos de MBA e Pós Graduação em diversas Universidades tais como FAAP, Unisinos e Feevale. É conselheira nos Sistemas FIERGS (CONLIDER) e FIESP (CEJ). Com empresas, como consultora, dentre os projetos desenvolvidos na área da Biomimética, está um novo processo sustentável de injeção à frio com luz UV, Indicadores Ambientais Industriais baseados nas Sequóias e um labirinto sensorial baseado nos super sentidos dos animais.

Canais:

instagrams: @amazu.bio & @gianebrocco

site: www.amazu.bio

youtube: www.youtube.com/amazubiomimicry

Competências e Habilidades Socioemocionais – Davos 2020

Resumo das competências e habilidades socioemocionais relacionadas pelo Fórum Econômico de 2020 realizado entre 21 e 24 de janeiro de 2020 em Davos – Suiça.

O Fórum Econômico Mundial

Tema 2020: “Partes interessadas para um mundo coeso e sustentável”.

A Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial é a principal força criativa para envolver os grandes líderes mundiais em atividades colaborativas para moldar as agendas globais, regionais e da indústria no início de cada ano. Ele reuniu 3 mil participantes de todo o mundo e buscou dar significado concreto ao “capitalismo das partes interessadas”, ajudar governos e instituições internacionais a acompanhar o progresso em direção ao Acordo de Paris e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, além de facilitar discussões sobre tecnologia e governança comercial.

Uma das principais pautas foi sobre o futuro do emprego com o advento da IA – inteligência artificial. Escolas do ensino básico – da educação infantil ao ensino médio –, universidades e estudantes universitários, profissionais em atividade e pessoas desempregadas precisam entender o cenário da relação de trabalho homem-máquina previsto até 2030.

Em outro artigo, faço um resumo do relatório “O futuro do emprego 2018 – 2022” que apresenta uma visão muito objetiva da questão e, o mais importante, extremamente otimista para aqueles dispostos a participar do movimento “Revolução da Requalificação”. Você pode acessar o resumo também em outro artigo do meu blog.

Competência é a mobilização de:

  • Conhecimentos;
  • Habilidades práticas;
  • Habilidades cognitivas;
  • Habilidades socioemocionais;
  • Atitudes e valores.

Para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho.

O que significa competência – Gestão de pessoas por exemplo

Veja a relação de competências que o mercado mundial irá demandar na próxima década, segundo o Fórum Econômico Mundial 2020 -.

As competências estão ordenadas pela análise de demanda:

  • Pensamento analítico e inovação;
  • Aprendizagem ativa e estratégias de aprendizagem;
  • Criatividade, originalidade e iniciativa;
  • Projetos e programação de tecnologia;
  • Análise e pensamento crítico;
  • Resolução de problemas complexos;
  • Liderança e influência social;
  • Inteligência emocional;
  • Raciocínio, resolução de problemas e ideação;
  • Análise e avaliação de sistemas.

Veja a relação de “Habilidades Socioemocionais” que o mercado mundial irá demandar na próxima década, ordenadas pela importância e análise de demanda:

  • Criatividade;
  • Originalidade;
  • Iniciativa;
  • Pensamento crítico;
  • Persuasão;
  • Negociação;
  • Atenção aos detalhes;
  • Resiliência;
  • Flexibilidade;
  • Resolução de problemas complexos.
A “Revolução da Requalificação” – Davos 2020

Competências e habilidades socioemocionais estão na pauta do Fórum Mundial Econômico há quase uma década, assim como a questão do meio ambiente. Um dos principais documentos apresentados em Davos 2020 foi “A Revolução da Requalificação”.

Saiba mais! Fizemos uma síntese do relatório “A Revolução da Requalificação” apresentados no Fórum Econômico Mundial de 2020.

As previsões são extremamente otimistas, pelo menos até 2025, dado que o número de empregos que irão surgir será duas vezes superior ao número dos que irão desaparecer, e vai faltar mão de obra qualificada para preenchê-los. Tudo dependerá de força de vontade de cada um para sair da zona de acomodação e se reinventar.

Se você estiver empregado, este artigo servirá de guia de requalificação, dependendo da área de sua carreira. E, se tem filhos na educação infantil ou no ensino fundamental, além de focar na sua carreira, deve checar qual programa de aprendizagem socioemocional a escola escolhida por você está utilizando. Seja para os filhos, seja para você, se estiver cursando o ensino médio ou uma universidade, é preciso inteirar-se sobre competências e habilidades socioemocionais e principalmente, antes de decidir qualquer carreira, estudar as tendências para esta década, de 2020 a 2029.

Não tenha pressa, não se precipite, escolher uma carreira que está prestes acabar pode custar 5 anos de sua vida se preparando para competir com um robô.

Saiba mais! Fizemos uma síntese do relatório “O Futuro do Empregos” em no blog.

Existe um documento denominado BNCC – Base Nacional Comum Curricular – produzido pelo Ministério da Educação, que traça diretrizes do conteúdo que todas as escolas brasileiras, públicas ou privadas, devem contemplarem em seus currículos. A BNCC não define como o conteúdo deverá ser ministrado, isso fica a cargo de cada escola, assim como o programa de aprendizagem socioemocional.

Em outro artigo, faço uma análise da BNCC relativamente aos desafios que o programa deve enfrentar na sua implementação.

A primeira versão da BNCC foi publicada em dezembro de 2014 e a última, incluindo o ensino médio, em dezembro de 2018. No documento, ficou definido que todas as escolas do Brasil deverão introduzir educação socioemocional em seus currículos a partir de 2020.

Muitos ressaltam a educação da Finlândia como referência mundial, isso é um fato. Não podemos deixar de dar o devido mérito ao trabalho realizado por esse país incrível. A questão é que a população do país é de 5 milhões de habitantes, praticamente 20% da cidade de São Paulo, com quase um milênio de existência e colonização sueca – portanto, uma cultura extremamente homogênea, com economia muito forte e PIB de US$ 219 bilhões.

​Como referência, calculamos a diferença do poder econômico per capta de um país como a Finlândia e do Brasil. O PIB da Finlândia é de US$ 43.800,00 por habitante, contra US$ 2.075,65 por habitante no Brasil. O resultado per capta da Finlândia é 21 vezes maior do que o nosso. Ainda temos de levar em conta que as instituições da Finlândia estão estruturadas e não demandam grandes investimentos, enquanto, no Brasil, além da educação, precisamos investir maciçamente em saúde, segurança pública e infraestrutura.

​Não temos ainda uma cultura sistêmica para entender que o colapso que vivemos é resultado do fracasso da educação, tudo começa por ela. E a educação, por sua vez, começa em casa e depois recebe o reforço da escola. O fato é que estamos depositando, de forma injusta, a conta inteira do colapso nas escolas.

Qualquer movimento em um cenário como o da Finlândia pode acontecer de forma muito rápida, assim como aconteceu na Irlanda, na Coreia do Sul, na Noruega e na Dinamarca no início do século XXI, países com culturas homogêneas e elevado poder econômico.

Acredito que o movimento no Brasil seguirá o modelo enfrentado pela China, que iniciou suas pesquisas em 1996 e definiu uma base curricular voltada para a ASE em 2001, praticamente duas décadas antes.

Apesar de cases incríveis que encontrei em meus estudos sobre esse movimento da China, onde, com sucesso, algumas escolas se uniram aos pais por uma educação mais humana, buscando introduzir a aprendizagem socioemocional, o país ainda enfrenta uma disparidade enorme entre as escolas.

Comece agora, tem uma janela de oportunidades esperando por você!

Ivan Castro é o criador do Método MIDE (Múltiplas Inteligências para o Desenvolvimento Emocional) e se dedica a ensinar e divulgar o método como forma exponencial de autoconhecimento e despertamento do inédito em seus alunos.

Saiba mais em:

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